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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 14-15 (December 2018)
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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 14-15 (December 2018)
OR‐26
DOI: 10.1016/j.bjid.2018.10.027
Open Access
SEGURANÇA E EFICÁCIA DA TERAPIA ANTIRRETROVIRAL BASEADA EM DOLUTEGRAVIR, NA SEMANA 48, EM ADULTOS COINFECTADOS HIV/TB
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Kelly E. Dooley, Richard Kaplan, Noluthando Mwelase, Beatriz Grinsztejn, Eduardo Ticona, Marcus Lacerda, Omar Sued, Elena Belonosova, Mounir Ait‐Khaled, Kostas Angelis, Dannae Brown, Rajendra Singh, Christine Talarico, Allan Tenorio, Michael Keegan, Michael Aboud, Roberto Zajdenverg
GlaxoSmithKline Brasil, São Paulo, SP, Brasil
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Data: 18/10/2018 ‐ Sala: 6 ‐ Horário: 15:40‐15:50 ‐ Forma de Apresentação: Apresentação oral

Introdução: O tratamento concomitante da tuberculose e do HIV é desafiador devido às interações medicamentosas, à sobreposição de toxicidades e à síndrome de reconstituição imune (IRIS/SIRI).

Objetivo: A eficácia e a segurança de dolutegravir (DTG) foram avaliadas nos adultos coinfectados com HIV e tuberculose.

Metodologia: Inspiring é um estudo fase 3b, aberto, não comparativo, com controle ativo, randomizado, em adultos que vivem com HIV‐1, virgens de tratamento (CD4+ > ou=50 cels/mm3) com TB responsiva ao tratamento. Os participantes em tratamento para TB baseado em rifampicina até oito semanas foram randomizados (3:2) para receber DTG (50mg duas vezes ao dia até duas semanas após término do tratamento da TB, seguido por 50mg uma vez ao dia) ou EFV (600mg uma vez ao dia) com dois ITRNs por 52 semanas. O desfecho primário foi a proporção de voluntários em uso de DTG com HIV‐1<50 c/mL (respondedores).

Resultado: Os participantes foram randomizados para DTG (n=69) ou EFV (n=44). A proporção de respondedores na semana 48 (ITT‐E) foi 52/69 (75%) para DTG e 36/44 (82%) para EFV. Ausência de resposta ao DTG foi decorrente primordialmente por interrupções não relacionadas ao tratamento: 11 voluntários (16%) com DTG e três (7%) com EFV descontinuaram por razões não relacionadas ao tratamento, embora suprimidos (principalmente por perda de seguimento). Houve duas falhas virológicas definidas pelo protocolo (PDVF), mas sem emergência de mutações de resistência ao tratamento (RAMs) no braço de DTG e uma PDVF com EFV, com RAMs para ITRN e ITRNN. A mediana de aumento da contagem de CD4+ na semana 48 foi de 220 cels/mm3 com DTG e 190 cels/mm3 com EFV. Dois voluntários em uso de EFV interromperam o tratamento por eventos adversos. As taxas de IRIS associada à TB foram baixas (DTG, n=4 [6%]; EFV, n=4 [9%]). Nenhum participante interrompeu o tratamento por causa de IRIS nem por eventos hepáticos. O sucesso do tratamento da tuberculose foi de 61/69 (88%) e 39/44 (89%) com DTG e EFV, respectivamente. A mediana de concentração mínima de DTG durante o uso de dolutegravir duas vezes ao dia com rifampicina foi semelhante à de dolutegravir uma vez ao dia sem rifampicina.

Discussão/conclusão: Esses resultados revelam que dolutegravir (DTG) é eficaz e bem tolerado em adultos coinfectados por TB e HIV que recebem tratamento para tuberculose com rifampicina.

The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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