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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 36-37 (December 2018)
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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 36-37 (December 2018)
EP‐007
DOI: 10.1016/j.bjid.2018.10.069
Open Access
PREVENÇÃO COMBINADA: INTRODUZINDO A PREP NO MUNICÍPIO DE PRAIA GRANDE
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Fatima Aparecida Silva, Sheila Galdino Azeredo, Simone Correa Lara
Programa Municipal DST/Aids/HV, Praia Grande, SP, Brasil
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Data: 18/10/2018 ‐ Sala: TV 2 ‐ Horário: 10:44‐10:49 ‐ Forma de Apresentação: E‐pôster (pôster eletrônico)

Introdução: No município de Praia Grande/SP a promoção do uso do preservativo tem sido uma das estratégias usadas na prevenção do HIV e demais ISTs. Atualmente a Prevenção Combinada vem como proposta de controle da epidemia, entre essas o uso da PEP (Profilaxia Pós‐Exposição ao HIV) e PREP (Profilaxia Pré‐Exposição). Dessa forma, garantimos o acesso aos meios de prevenção de modo simples e adequado, promovemos assim a autonomia do usuário em suas escolhas.

Objetivo: Traçar o perfil da demanda atendida do Centro de Testagem, Aconselhamento e Prevenção (CTAP) de Praia Grande/SP, no intuito de compreender os desafios a serem enfrentados para a implantação da PREP no município.

Metodologia: A elaboração desse trabalho consistiu no levantamento e na análise das fichas de atendimento de PEP do CTAP e dados do Sistema de Controle Logístico de Medicamentos (Siclom) compreendendo o período de janeiro/2016 a julho/2018, exceto a violência sexual e exposição ocupacional.

Resultado: Dos 184 atendimentos feitos, podemos identificar: 70% (sexo masculino); 30% (sexo feminino); 30% (homens que fazem sexo com homens ‐ HSH); 10% (profissionais do sexo); 2% (travestis); 42,93% (entre 16 e 29 anos idade); 45,65% (entre 30 e 50 anos); 11,41% (acima de 50 anos); 11,41% (estudaram de quatro a sete anos); 57,06% (estudaram de oito a 11 anos); 31,52% (estudaram 12 anos ou mais); 13,59% (parceiros HIV+); 13,07% (reincidentes – PEP); 5,43% (contraiu alguma IST); 32,06% (seguiram o protocolo de PEP regularmente); 67,94% (não seguiram o protocolo de PEP/acompanhamento sorológico regularmente).

Discussão/conclusão: A dificuldade dos usuários de aderir ao protocolo de PEP, bem como a descontinuidade do acompanhamento sorológico, nos leva a refletir sobre os desafios da implantação da PREP como uma nova tecnologia para prevenção do HIV. Como enfrentamento desses desafios é importante a disponibilidade da equipe durante todo o processo de acompanhamento, enfatizar a adesão a práticas seguras, nas quais o melhor sexo é aquele com menor risco, considerando sempre o sujeito em sua integralidade. Assim, devemos favorecer o acesso a todas estratégias de prevenção, inclusive a PREP, destacar a oferta não hierarquizada que leva o usuário a escolher conscientemente a mais adequada a sua realidade.

The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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