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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 64 (December 2018)
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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 64 (December 2018)
EP‐058
DOI: 10.1016/j.bjid.2018.10.120
Open Access
EXISTE UM PADRÃO ATÍPICO DE RESPOSTA DE ANTÍGENOS E ANTICORPOS APÓS A INFECÇÃO PELO VÍRUS DA DENGUE EM RECEPTORES DE TRANSPLANTE RENAL?
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Jonas Atique Sawazaki, Iago P.R. Silva, Ricardo de Souza Cavalcante, Sebastião Pires Ferreira Filho, Tassiana R.S. Galvão, Luis G.M. Andrade, Ricardo A.M.B. Almeida
Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Botucatu, SP, Brasil
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Data: 18/10/2018 ‐ Sala: TV 3 ‐ Horário: 13:51‐13:56 ‐ Forma de Apresentação: E‐pôster (pôster eletrônico)

Introdução: Não foram identificados estudos que avaliassem a evolução sorológica e antigênica da dengue em pacientes transplantados renais em longo prazo.

Objetivo: Identificar a evolução sorológica e antigênica da dengue em pacientes transplantados renais em longo prazo.

Metodologia: Foram incluídos todos os transplantados renais diagnosticados com dengue em nosso serviço entre janeiro de 2013 e julho de 2016. Sempre que possível, foi avaliada a evolução do antígeno NS1 e dos anticorpos das classes IgG e IgM através de teste de imunocromatografia comercial.

Resultado: Foram incluídos 16 pacientes. Dentre os 13 (86,7%) pacientes com NS1 reagente, esse mostrou‐se ainda detectável até 28 dias após o início dos sintomas. Anticorpos IgM foram identificados em 93,3% dos pacientes. Em 85,7% dos pacientes que apresentaram anticorpos IgM, esses mantiveram‐se detectáveis até o fim do seguimento sorológico, que se estendeu por até 786 dias. Dez (76,9%) pacientes apresentaram anticorpos IgG. A mediana de tempo entre o início dos sintomas e a primeira detecção de anticorpos IgG foi de 24 dias, porém chegou a 266 dias. Metade dos pacientes deixou de apresentar anticorpos IgG durante o acompanhamento sorológico.

Discussão/conclusão: Devido ao extenso período de detecção de anticorpos IgM, deve‐se ter cuidado com futuros diagnósticos falso‐positivos. Sugere‐se que testes para detecção de antígenos devam sempre ser feitos e, quando indisponíveis ou negativos, diagnósticos diferenciais não devam ser prontamente desconsiderados. Estudos prospectivos devem ser feitos, por meio de técnicas laboratoriais mais acuradas, para que esse fenômeno antigênico e sorológico possa ser ratificado.

The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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