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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 47-48 (December 2018)
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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 47-48 (December 2018)
EP‐028
DOI: 10.1016/j.bjid.2018.10.090
Open Access
ESTRATÉGIAS ASSISTENCIAIS PARA REDUÇÃO DA COLONIZAÇÃO POR ENTEROBACTÉRIAS RESISTENTES A CARBAPENÊMICOS EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
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Fernanda Neves de Carvalho, Carolina Toniolo Zenatti, Danila Cassia Reis Santana, Juliana Maria da Silva, Juliane Cristina Oliveira dos As, Katia Kisielow dos Anjos, Jessica Sigari, Cassia de Lima Santos, Marcelle Guerra, Olivia Pereira Barros, Tomaz Cochemore, Roberto Camargo Narciso, Mario Lucio Baptista Filho
Hospital Leforte, São Paulo, SP, Brasil
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Data: 18/10/2018 ‐ Sala: TV 7 ‐ Horário: 10:51‐10:56 ‐ Forma de Apresentação: E‐pôster (pôster eletrônico)

Introdução: O aumento da incidência de bactérias multirresistentes e a falta de opções terapêuticas para o tratamento das infecções causadas por essas bactérias são problemas frequentes no ambiente hospitalar. Vários fatores contribuem para a resistência bacteriana: gravidade do paciente, procedimentos invasivos, internações prolongadas, uso de antimicrobianos de amplo espectro e por tempo prolongado, baixa adesão à higiene das mãos e às técnicas adequadas de limpeza de ambiente.

Objetivo: Descrever as estratégias usadas para redução da colonização e infecção por enterobactérias resistentes a carbapenêmicos (ERC) em uma unidade de terapia intensiva (UTI) de um hospital em São Paulo

Metodologia: Descrição das taxas de incidência de colonização por ERC e de infecção relacionada à assistência a saúde de janeiro de 2017 a junho de 2018. Descrição das estratégias implantadas para redução da incidência.

Resultado: Durante o período avaliado, 1.631 pacientes foram admitidos na UTI. Desses, 59 (3,6%) evoluíram com colonização e seis (0,4%) com infecções por ERC. Em janeiro e fevereiro não havia registro de casos de colonização ou infecção na unidade, mas a partir de março observamos os primeiros casos de colonização e, em abril, de infecção. Nos meses seguintes, evidenciamos aumento dos eventos com pico importante em outubro, quando o maior número de casos de colonização foi registrado (13). Como estratégia de prevenção e controle, foram elaborados impressos próprios para controle de limpeza do ambiente, check list para controle de limpeza concorrente de mobiliários e equipamentos e placa de identificação dos equipamentos já higienizados. O serviço de controle de infecção hospitalar elaborou campanha institucional de higienização das mãos, além de treinamento específico para a equipe. Durante cada turno de trabalho, um colaborador ficou responsável por aplicar álcool em gel nas mãos de toda a equipe multidisciplinar de uma em uma hora. A equipe da higiene foi reorientada sobre a técnica adequada de limpeza terminal. Após implantação dessas medidas, notamos negativação do número de pacientes colonizados e infectados por ERC e manutenção desses resultados por quatro meses.

Discussão/conclusão: Após as medidas implantadas e intensa atuação da equipe multidisciplinar, evidenciamos redução e importante controle dos índices de colonização por ERC na UTI. A revisão constante das rotinas de limpeza de ambiente e higiene das mãos é estratégia importantes para manutenção de resultados satisfatórios.

The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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