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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 70-71 (December 2018)
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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 70-71 (December 2018)
DOI: 10.1016/j.bjid.2018.10.133
Open Access
EP-071 IMPLANTAÇÃO DE MELHORIAS NA CONDUÇÃO DO PROTOCOLO SEPSE, COM BASE NA ANÁLISE DE DADOS
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Carolina Toniolo Zenatti, Danila Cassia Reis Santana, Fernanda Neves de Carvalho, Katia Kisielow dos Anjos, Alessandra Matsuno, Anderson Rosa Pereira, Cleusa Mutsumi Kimoto, Mitchele Kumpel, Juliana Maria da Silva, Juliane Cristina dos Santos Oliv, Raquel Scarpa, Thais Caballero Yoshimura, Vilania Sobral, Mario Lucio Baptista Filho
Hospital Leforte, São Paulo, SP, Brasil
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Data: 18/10/2018 ‐ Sala: TV 5 ‐ Horário: 13:44‐13:49 ‐ Forma de Apresentação: E‐pôster (pôster eletrônico)

Introdução: Estima‐se que cerca de 20 a 30 milhões de pacientes sejam acometidos por sepse anualmente. Uma vez diagnosticada, condutas que visam à estabilização do paciente são prioritárias. A mensuração da adesão a essas condutas permite avaliar o progresso de implantação e direcionar as políticas institucionais de melhoria assistencial.

Objetivo: Apresentar os resultados do protocolo de sepse de um pronto socorro adulto para 2018, após ações de melhorias para as não conformidades identificadas em 2017.

Metodologia: Análise retrospectiva dos indicadores gerenciados do protocolo de sepse e comparação dos dados pré e pós‐implantação das ações de melhoria. Os indicadores foram: inclusão de pacientes no protocolo, manutenção do paciente no protocolo após avaliação médica, solicitação e entrega do resultado do lactato arterial em até 45 minutos e prescrição/administração de antibioticoterapia.

Resultado: A análise dos dados de 2017 permitiu identificar como fragilidades: inadequação no tempo de entrega do lactato e do tempo de prescrição de antibiótico. Para o ano de 2018 foram propostas as seguintes ações: criação do pacote de exames “kit sepse” no sistema de prescrições; reformulação da ficha do protocolo; treinamento prático para equipe multidisciplinar; análise fragmentada dos dados de tempo “porta‐antibiótico”; monitoramento da prescrição de expansão volêmica e ferramentas de identificação visual dos pacientes em protocolo. Após a implantação das medidas, observamos aumento na assertividade dos pacientes incluídos no protocolo (33,54% pós‐ações, 31,59% antes das ações) e redução do tempo médio de entrega do lactato arterial (136 para 116 minutos). Os dados de tempo porta‐antibiótico foram estratificados em tempo de prescrição médica e tempo de administração dos medicamentos, o que permitiu identificar que a etapa com maior fragilidade é o intervalo de tempo entre a prescrição e administração do medicamento. Porem houve redução do tempo médio dessa etapa (de 43,88 para 31,23 minutos) e do tempo porta‐antibiótico (de 67,21 para 55,74 minutos).

Discussão/conclusão: A fragmentação da análise direcionou a implantação de ações de melhoria que impactaram positivamente nos indicadores. Observamos maior sensibilidade para suspeita da sepse. A identificação visual e treinamento parecem ser ferramentas importantes. A monitorização dos indicadores relacionados ao protocolo de sepse permite planejamento de ações de melhorarias e motivação das equipes envolvidas.

The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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