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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 92 (December 2018)
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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 92 (December 2018)
EP‐113
DOI: 10.1016/j.bjid.2018.10.175
Open Access
A IMPORTÂNCIA DA COLABORAÇÃO DA EQUIPE DE SAÚDE NA BUSCA POR PACIENTES DE HIV EM SITUAÇÃO DE ABANDONO DO TRATAMENTO
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Neide Suzane da Silva Carvalho, Maria Laura M. Matos, Daniel A.B.R. Silva, Isaura A.C. Freitas, Fernanda C.R. da Silva, Alexandre A. Yamaçake
Centro de Referência e Tratamento Aids e Hepatites, São Paulo, SP, Brasil
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Data: 19/10/2018 ‐ Sala: TV 1 ‐ Horário: 10:44‐10:49 ‐ Forma de Apresentação: E‐pôster (pôster eletrônico)

Introdução: O acesso à terapia antirretroviral (TARV) contribui para uma expectativa de vida próxima ao normal. Porém, estudos mostram que a adesão ao tratamento é um desafio para os pacientes com HIV e muitos desistem. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, não comparecer às consultas médicas e não aderir à TARV por mais de seis meses são considerados situação de abandono.

Objetivo: Demonstrar a importância da colaboração da equipe de saúde na busca pelos pacientes em abandono.

Metodologia: Entre abril e dezembro de 2017, ao analisar prontuários de pacientes supostamente em abandono para verificar faltas às consultas médicas e a não retirada de medicação por 237 pacientes do Centro de Referência de Diadema (CR), funcionários da equipe foram mobilizados a resgatá‐los. Em um primeiro momento, técnicos da farmácia verificaram no sistema nacional de controle (Siclon) quando e se o paciente havia retirado, em algum lugar do país, sua medicação. Em segundo, ligações telefônicas foram feitas aos pacientes para agendar nova consulta médica. Sem sucesso, uma terceira possibilidade de busca era acionada. A enfermagem do posto de saúde mais próximo da residência dos pacientes foi mobilizada para encontrá‐los e convocá‐los.

Resultado: Essa busca mostrou que, dos 237 pacientes, 32% haviam mudado de endereço; 19% foram ao CR, mas não para consulta médica; 21% estavam em abandono; 13% deles não haviam abandonado o TARV; 9% se tratavam em convênio particular; 4% haviam morrido; 2% foram desconsiderados por falso positivo; e 5% do total retornaram ao tratamento após essa busca.

Discussão/conclusão: Concluiu‐se que 50 pacientes estavam em abandono e 12 desses foram resgatados. O índice de sucesso foi de 24%. Considerou‐se a mobilização da equipe uma importante estratégia de prevenção combinada. Monitorar ativamente a adesão ao tratamento dos pacientes (consultas médicas, exames e medicação) e facilitar a proximidade com a equipe podem gerar confiança e aumentar a adesão ao tratamento. Isso, além de ajudar no objetivo da Uniaids 90‐90‐90, é também uma indicação de qualidade do centro de tratamento.

The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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