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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 133-134 (December 2018)
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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 133-134 (December 2018)
EP‐192
DOI: 10.1016/j.bjid.2018.10.254
Open Access
VIGILÂNCIA ATIVA COMO ESTRATÉGIA DE CONTROLE DE INFECÇÕES POR MRSA NO MÁRIO PALMÉRIO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
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Gabriela Rezende Melo, Fernanda Cunha Castro, Victor Mateus Achcar, Guilherme Henrique Machado
Universidade de Uberaba, Uberaba, SP, Brasil
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Data: 19/10/2018 ‐ Sala: TV 7 ‐ Horário: 13:37‐13:42 ‐ Forma de Apresentação: E‐pôster (pôster eletrônico)

Introdução:Staphylococcus aureus é um dos patógenos bacterianos mais importantes para o homem, causa infecções comunitárias e nosocomiais por patógenos multirresistentes. A vigilância ativa permite a detecção precoce de microrganismos emergentes em portadores assintomáticos. Estratégias têm sido usadas para detecção da colonização assintomática a partir de preditores de risco, como tempo de internação, uso de antibioticoterapia e internação prévia em unidade de terapia intensiva, além da instituição de precaução de contato para minimizar a disseminação desses microrganismos.

Objetivo: Análise crítica acerca dos preditores usados para precaução de contato em um hospital universitário, no intuito de avaliar a eficácia no controle de resistência bacteriana.

Metodologia: Estudo transversal, desenvolvido no Mário Palmério Hospital Universitário. A pesquisa foi feita por meio da análise de 598 prontuários de todos os pacientes que deram entrada no hospital e que estiveram em isolamento de contato de 3 de janeiro de 2016 a 30 de dezembro de 2016, provenientes de internação em outros hospitais ou unidades de atenção de saúde. Para a coleta de dados foi elaborado um primeiro instrumento destinado à obtenção dos dados do paciente; o segundo instrumento consistiu na análise dos dados coletados. Foi feita, então, revisão bibliográfica para interpretação dos resultados e validação ou não do protocolo instituído.

Resultado: Em 598 prontuários analisados houve positividade para MRSA em 19 culturas de secreção nasal, o que corresponde a uma prevalência de 3,17%. Estudos em outras regiões do Brasil revelam diferentes frequências desse patógeno. Além dos swabs nasais, foram analisados os swabs anais, com o intuito de identificar a presença de VRE. Entre os pacientes MRSA positivos, 68% correspondem a pacientes com idade superior a 60 anos; 21,05% fizeram uso de antibioticoterapia prévia; 26,3% apresentavam lesão de pele.

Discussão/conclusão: Observa‐se que a frequência de MRSA pode variar entre regiões e países, o que sugere que a prevalência desse patógeno está relacionada com características clínicas e epidemiológicas das populações estudadas. Dentro do MPHU, notou‐se pequena frequência para MRSA, o que sugere que o protocolo instituído pela SCIH é eficaz na detecção de microrganismos resistentes, porém institui precauções de contato para detecção de um patógeno de baixa prevalência.

The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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