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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 61-62 (December 2018)
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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 61-62 (December 2018)
EP‐054
DOI: 10.1016/j.bjid.2018.10.116
Open Access
RESPOSTA AO TRATAMENTO DA HEPATITE C EM PORTADORES DE COINFECÇÃO COM HIV NA REGIÃO DE CATANDUVA, SP
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Ricardo Santaella Rosa, Laura Matheus Montouro, Sara Ramiro Tencarte, João Carlos Riccardi, Henrique Maitto Benini
Curso de Medicina, Centro Universitário Padre Albino (Unifipa), Catanduva, SP, Brasil
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Data: 18/10/2018 ‐ Sala: TV 2 ‐ Horário: 14:12‐14:17 ‐ Forma de Apresentação: E‐Pôster (pôster eletrônico)

Introdução: A hepatite C e a Aids são tidas como doenças de grande relevância no cenário mundial por causa da alta prevalência e morbidade.

Objetivo: Avaliar a resposta ao tratamento de hepatite C em coinfectados com HIV de acordo com os diferentes protocolos do Ministério da Saúde.

Metodologia: Estudo descritivo de olhar retrospectivo, foram analisados 37 casos de pacientes com coinfecção HIV‐HCV, que completaram tratamento até 2017 no município de Catanduva, SP, por meio de prontuários e fichas de notificação, respeitaram‐se os critérios de inclusão (idade superior a 18 anos, presença da coinfecção estudada e atendimento no município), exclusão (coinfectados com HBV, monoinfectado por HCV, hepatite C aguda e menores de 18 anos) e variáveis da amostra. A análise estatística não foi feita em virtude da pequena amostragem e resposta total ao tratamento nos pacientes que fizeram uso dos antivirais de ação direta.

Resultado: Como resultados, 75,6% são do sexo masculino, a mediana foi de 46 anos, com maioria de cor branca. A aquisição do vírus, em 75,6% dos casos, foi pelo compartilhamento de seringas e agulhas não descartáveis. Houve predomínio do genótipo 3 (56,6%) e grau moderado de fibrose (69,6%). Todos os pacientes tinham carga viral para o HIV indetectável no início do tratamento. Dentre eles, 81,1% foram tratados por esquema antigo (interferon penguilado + ribavarina por período mínimo de 48 semanas), com sucesso de 66,6%. Dos 17 doentes que fizeram uso do esquema novo (sofosbuvir + daclatasvir, ou sofosbuvir + daclatasvir + ribavirina), 10 tiveram falha prévia do tratamento antigo e sete iniciaram tratamento com o protocolo novo, a porcentagem de sucesso foi de 100%.

Discussão/conclusão: Embora existam limitações no estudo, os resultados do perfil demográfico são representativos da população de infectados e não diferem significativamente da literatura nacional. A resposta ao tratamento antiviral com interferon e ribavirina no grupo foi melhor do que a obtida em bibliografia, em razão de controle satisfatório da infecção por HIV e presença de fatores preditivos de resposta ao HCV. Com relação ao tratamento com drogas de ação direta, os dados obtidos podem ser comparados com os da literatura internacional.

The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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