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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 55 (December 2018)
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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 55 (December 2018)
EP‐041
DOI: 10.1016/j.bjid.2018.10.103
Open Access
NA ERA DO INIBIDOR DE INTEGRASE NO TRATAMENTO DA INFECÇÃO HIV/AIDS EM CENTRO DE REFERÊNCIA TERCIÁRIO EM MINAS GERAIS
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Dirce Inês da Silvaa,b, Janilda Maria da Silvaa,b, Gilcléria da Silva Ferreiraa,b, Luiz Claúdio O.A. de Sousaa,b, Natália Helena Resendea,b, Sarah Beatriz da Silvaa,b, Simone Marques da Silvaa,b
a Hospital Eduardo de Menezes (HEM), Belo Horizonte, MG, Brasil
b Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), Belo Horizonte, MG, Brasil
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Data: 18/10/2018 ‐ Sala: TV 1 ‐ Horário: 13:30‐13:35 ‐ Forma de Apresentação: E‐pôster (pôster eletrônico)

Introdução: A classe dos inibidores de integrase (INI) se tornou padrão‐ouro para a terapia antirretroviral, desde que as principais diretrizes internacionais elegeram para compor a primeira linha de tratamento, e também no resgate da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). A escolha da terapia antirretroviral (TARV) inicial e no resgate diz respeito à segurança e tolerabilidade do tratamento. Os INI apresentam menor variabilidade genética, características bioquímicas, dificuldade de selecionar mutação de resistência em pessoas sem tratamento prévio, potência, conveniência e segurança no tratamento inicial da infecção pelo vírus HIV. Apresentam perfil de toxicidade limpo e pouco associado com inflamação, alterações lipídicas de danos em órgãos como fígado, rim e coração. O programa DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde fez a incorporação do INI: dolutegravir a partir de fevereiro de 2017, buscou cumprir a meta 90/90/90. Os objetivos da meta são: 1 ‐ Diagnóstico de 90% da população; 2 ‐ 90% das pessoas diagnosticadas em tratamento e 3 ‐ 90% das pessoas com supressão virológica.

Objetivo: Caracterizar o perfil das pessoas que usam o dolutegravir e registrar a ocorrência de eventos adversos do centro de referência de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Metodologia: Estudo transversal feito de fevereiro de 2017 a agosto de 2018, por meio de registros de sistemas de informação e planilha de Excel de pessoas que iniciaram o tratamento e estão em resgate de tratamento. A análise estatística foi feita com o software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS®) versão 20.

Resultado: Foram registrados 687 usuários no centro de referência,77,8% eram do sexo masculino, na faixa de 17 a 82 anos; 51,5% dos usuários estavam na faixa de 20 a 39 anos; 64,5% dos usuários do sexo feminino estavam na idade fértil. Durante esse período do estudo ocorreram registros de quatro reações adversas relacionados ao dolutegravir: relato de crise exacerbada de ansiedade e depressão, após a substituição por outro esquema houve melhoria dos sinais e sintomas apresentados.

Discussão/conclusão: A incorporação do dolutegravir até o momento tem impacto positivo em termos de tolerância e segurança. Mas requer vigilância constante. Para monitoração da adesão e efetividade do dolutegravir será implantada uma coorte de acompanhamento com registro da carga viral, contagem de células CD4+ e ocorrência de reações adversas e infecções oportunistas.

The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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