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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 18 (December 2018)
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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 18 (December 2018)
OR‐33
DOI: 10.1016/j.bjid.2018.10.034
Open Access
IMPLANTAÇÃO DE PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE: AVALIAÇÃO DO IMPACTO NOS INDICADORES DE QUALIDADE
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Camila Brito Borguezam, Caroline Tolentino Sanches, Uiara Rodrigues Moraes, Silvia Albanese Paulino, Cintia Magalhães Grion, Gilselena Kerbauy
Universidade Estadual de Londrina (UEL), Londrina, PR, Brasil
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Data: 19/10/2018 ‐ Sala: 1 ‐ Horário: 16:00‐16:10 ‐ Forma de Apresentação: Apresentação oral

Introdução: A sepse é considerada uma das principais causas de mortalidade, atinge aproximadamente 30 milhões de pessoas no mundo. Diante de sua gravidade, a Surviving Sepsis Campaign (SCC) recomenda que medidas terapêuticas sejam implantadas com o objetivo de redução da mortalidade por sepse.

Objetivo: Avaliar o impacto da implantação de protocolo assistencial gerenciado nos indicadores de qualidade do atendimento aos pacientes sépticos em setor de urgência e emergência de um hospital universitário.

Metodologia: Estudo de coorte, prospectivo, de abordagem quantitativa, que se propõe a avaliar o impacto da implantação de protocolo assistencial gerenciado nos indicadores de qualidade do atendimento aos pacientes sépticos em setor de urgência e emergência de um hospital universitário.

Resultado: A amostra do estudo foi composta por 631 pacientes sépticos atendidos no setor de urgências e emergências, 95 procedentes da fase de pré‐intervenção e 536da fase após implantação do protocolo gerenciado de sepse. Considerando o tratamento dos pacientes sépticos, de acordo com as recomendações da SSC para a implantação do protocolo, eles mostraram impacto significativo nos indicadores da sepse como coleta do lactato (56,24%) e da hemocultura (57,17%) na primeira hora (p<0,001), administração da terapia antimicrobiana na primeira hora do diagnóstico (46,01%/p<0,001), adesão à recomendação para reposição volêmica e uso de drogas vasoativas (70,40%/p<0,001). A implantação do protocolo aumentou em 14 vezes as chances de o paciente receber em ema hora o pacote de medidas que engloba todas as condutas recomendadas pela SSC.

Discussão/conclusão: Considerando o tratamento dos pacientes sépticos, de acordo com as recomendações da SSC, a implantação do protocolo aumentou a possibilidade de o paciente receber o tratamento preconizado.

The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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