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Vol. 25. Issue S1.
12° Congresso Paulista de Infectologia
(January 2021)
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Vol. 25. Issue S1.
12° Congresso Paulista de Infectologia
(January 2021)
EP‐071
DOI: 10.1016/j.bjid.2020.101149
Open Access
ENFRENTAMENTO AO COVID‐19 EM POXORÉU ‐ MATO GROSSO: RELATO DE EXPERIÊNCIA
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Samara França Campos, Cleo Borges
Universidade de Cuiabá (UNIC), Cuiabá, MT, Brasil
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Introdução: A COVID‐19, surgiu no final de 2019 com os primeiros casos registrados na cidade de Wuhan (China). Com manejo difícil, o agente etiológico–o vírus SARS‐CoV‐2 ‐, preocupa a população mundial e já é considerado protagonista de uma das maiores pandemias da história da humanidade devido seu índice de transmissibilidade elevado, evolução do quadro clínico e número de vítimas fatais. A fácil transmissibilidade do vírus de pessoa‐pessoa tem tido como consequência a superlotação do sistema público e privado de saúde, principalmente de países subdesenvolvidos ‐ como o Brasil–o que pode culminar em um verdadeiro colapso do sistema de saúde.

Objetivo: Relatar estágio e vivência realizado na cidade de Poxoréu–MT, em Unidade de Saúde Básica Sentinela para o Combate do COVID‐19 e descrever método de triagem realizado para manejo dos pacientes na atenção primária.

Metodologia: Descrição baseada em experiências pessoais vivenciadas em Unidade de Saúde Sentinela para o COVID‐19, no município de Poxoréu–MT, através do programa “Brasil Conta Comigo”.

Discussão/Conclusão: Com uma população de um pouco mais de 15 mil pessoas, a cidade possui diversos distritos circunvizinhos. Desde o agravamento da situação da pandemia do novo coronavírus–em julho/2020 ‐ as autoridades sanitárias locais estabeleceram protocolos de triagem a serem seguidos–de acordo com as diretrizes nacionais criadas pelo Ministério da Saúde–e definiram uma unidade sentinela do COVID‐19. O manejo dos pacientes consistia em orientações e triagem via telefone, associado a atendimento sob demanda, em horário comercial. A consulta era realizada com o médico da unidade, com preenchimento de ficha médica, focando nos principais sinais e sintomas da doença; porém, com abordagem ampla, com objetivo de realizar uma boa conduta. O exame laboratorial específico disponível era apenas a testagem rápida, realizada em pacientes com tempo hábil. Além disso, realizava‐se o monitoramento epidemiológico da população e as medidas terapêuticas consistiam na oferta do “Kit COVID” para os sintomáticos e orientações de isolamento.

Diante disso, o foco na atenção primária como método de triagem e atendimento sob demanda à população foi uma iniciativa crucial no enfrentamento ao novo coronavírus. Os boletins epidemiológicos, as orientações realizadas pelos profissionais de saúde e o monitoramento da população, consistiram em pilares fundamentais na diminuição de morbimortalidade da doença no município.

The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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