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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 27-28 (December 2018)
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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 27-28 (December 2018)
OR‐52
DOI: 10.1016/j.bjid.2018.10.053
Open Access
AÇÃO NA COMUNIDADE: AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO DA POPULAÇÃO DE RIBEIRÃO PRETO ‐ SP SOBRE SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA
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Inaraí F. Gonçalves, Matheus Guimarães Matos, Marcelo V. de Andrade, Victtoria M. Meneguetti, Tatyane Ferreira Novais, Cinara S. Feliciano
Centro Universitário Barão de Mauá (CBM), Ribeirão Preto, SP, Brasil
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Data: 19/10/2018 ‐ Sala: 5 ‐ Horário: 15:50‐16:00 ‐ Forma de Apresentação: Apresentação oral

Introdução: A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) é uma doença causada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV). Os principais meios de transmissão da doença são a prática sexual desprotegida, compartilhamento de seringas e outros materiais perfuro cortantes, além de também ser transmitida da mãe para o filho durante o parto e amamentação. O Brasil se encontra em uma epidemia de AIDS. Segundo dados do Ministério da Saúde, de 1980 a junho de 2015 o Brasil obteve 798.366 casos da doença. Em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, segundo dados do Sistema Nacional de Atendimento Médico (SINAM), de 2000 a 2015 foram identificadas 1296 mortes por esta doença, mostranto, portanto, que mesmo com maior conhecimento geral da doença e avanços no tratamento, a AIDS ainda apresenta elevada morbi‐mortalidade.

Objetivo: Alunos da Liga Acadêmica de Doenças Infecto‐Contagiosas do curso de Medicina do Centro Universitário Barão de Mauá realizaram ação na comunidade para avaliar o conhecimento da população, além de prestar esclarecimentos sobre a doença.

Metodologia: Foi estruturado um questionário envolvendo questões básicas sobre sintomas, transmissão e estratégias preventivas da doença. Pessoas que transitavam por uma praça de grande fluxo foram abordadas e convidadas a responder ao questionário.

Resultado: Foram entrevistados 134 indivíduos, com faixa etária entre 18 a 75 anos, sendo a maioria com ensino médio completo (36%). 92% afirmaram que a SIDA aumenta o risco de morte, entretanto, um total de 62% dos entrevistados desconhecem os principais sintomas da doença e 40% afirmaram existir cura para a doença. Sobre formas de transmissão, 94% dos entrevistados afirmaram que agulhas e seringas contaminadas podem transmitir a doença e 98% que a relação sexual desprotegida a transmite. Além disso, 19% acredita que a ingestão de alimentos contaminados e 15% que o compartilhamento de talheres e copos podem estar relacionadas com a transmissão. Sobre prevenção, 95% souberam responder sobre as estratégias preventivas presentes.

Discussão/conclusão: Nesta amostra observou‐se altos índices de desconhecimento sobre sintomas da doença, formas de transmissão e riscos da doença na região. O aumento da incidência dessa doença de elevada letalidade torna necessário estratégias educativas junto à população e entrevistas como estas são momentos oportunos para orientações e fortalecimento dos programas de prevenção contra a AIDS e outras doenças.

The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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